Lêda Sellaro :: Escritora
Loja On-line

EDUCAR BEM, NÃO É FÁCIL!



A BOA EDUCAÇÃO
Educar bem, não é fácil!
Mas podemos aprender
Com quem tem experiência
E a divide com prazer
Dando dicas valiosas
E bem fáceis de entender.

Vou conversar com vocês
do cordel me utilizando
Pra repassar uns conselhos
que também sigo escutando
E neste espaço do Blog,
aos poucos, compartilhando.

Pai e mãe são referências
Pelos filhos imitados,
Muito mais do que as palavras
Seus exemplos são copiados,
Para o bem ou para o mal,
Promovendo aprendizados.

(continúa}

Lêda Sellaro

3744 Comentário(s) | Deixar um comentário


29 de outubro - Dia Nacional do Livro

Origem do Dia Nacional do Livro

O Dia do Livro surgiu em homenagem à fundação da Biblioteca Nacional do Livro, em 1810, pela Coroa Portuguesa. Na época, D. João VI trouxe para o Brasil milhares de peças da Real Biblioteca Portuguesa, formando o princípio da Biblioteca Nacional do Brasil (fundada em 29 de outubro de 1810).

Vale lembrar que o Brasil começou a editar seus próprios livros ainda em 1808, quando D. João VI fundou a Imprensa Régia. O primeiro livro a ser editado foi "Marília de Dirceu", do escritor Tomás Antônio Gonzaga.

Os aficionados por livros ainda celebram anualmente o Dia Internacional do Livro, em 23 de abril, que surgiu na região da Catalunha, na Espanha, em homenagem ao escritor Miguel de Cervantes.

www.calendarr.com
www.calendarr.comFoto de Lêda Rejane Accioly Sellaro.

1444 Comentário(s) | Deixar um comentário


O encontro feliz entre Escrita e Imagem no livro "Confabulando em Cordel" Revista Continente Cultural - CEPE)




O



Antes de falar do livro Confabulando em Cordel, ilustrado por Jarbas Domingos, o texto ressalta a importância da criança escutar histórias para o processo de sua formação. Cita a pedagoga e escritora de literatura infantil Fanny Abramovich, quando afirma:"Escutá-las (as histórias) é o início da aprendizagem para ser um leitor; e ser leitor é ter um caminho absolutamente infinito de descoberta e de compreensão do mundo”.

Reforça a  importância da leitura para as crianças, com a posição da crítica literária Marisa Lajolo, quando  diz: “É à literatura, como linguagem e como instituição, que se confiam os diferentes imaginários, as diferentes sensibilidades, valores e comportamentos através dos quais uma sociedade expressa e discute, simbolicamente, seus impasses, seus desejos, suas utopias”.

Afirma que, esse comprometimento com descobertas e uma compreensão ampla do universo, assim como a ideia de suporte disseminador de “diferentes sensibilidades”, estão presentes no conjunto de livros infantis e infantojuvenis lançados este mês pela Cepe Editora.

A lista, composta por A menina da lagoa de cristal,de Claudia Lins; A Vila Formosa, de José Victor; As patuscadas de um livro infantil (…patuscadas?), de Lilian Deise de Andrade Guinski; Plin porompim plof, puft!, de Cecy Fernandes Assis; Alguém viu minha mãe, de André Kondo; Confabulando em cordel, de Lêda Sellaro; A guardi㠖 a chave do tempo, de I.M. Albuquerque; Dias de tempestade, de Ju Couto; e Era uma vez… Estórias de uma contadora de estórias, de Gabriela Kopinits, reúne ideias que abordam desde reflexões existenciais, sociais e pedagógicas até conexões entre os contos atuais com fábulas já conhecidas pelos pequenos.

Destaca o livro Confabulando em cordel, como mais um exemplo da coleção que acertou em cheio nas ilustrações, assinadas por Jarbas Domingos —foca o universo imaginativo, para disseminar reflexões sobre os relacionamentos humanos. E conclui: "Em seu livro, Lêda Sellaro busca o valor terapêutico e catártico da literatura, defendido pela antropóloga francesa Michèle Petit, atributo também comum às demais publicações".

https://www.revistacontinente.com.br/secoes/916-revista/leitura/10792-belo-encontro-entre-imagem-e-mensagem.html


7148 Comentário(s) | Deixar um comentário


HISTÓRIAS DAS MINHAS HISTÓRIAS INFANTIS

ORIGEM E PERSONAGENS DO MEU PRIMEIRO LIVRO INFANTIL                                 "BRIGÃO, O BEIJA-FLOR".

O livro teve por inspiração uma experiencia que meus netos, Brunno, Ledinha e Rapha,,tiveram, em Gravatá, ao descobrirem que o bebedouro que haviam pendurado numa planta, só era frequentado por .um beija-flor brigão, muito, maior que os outros. Ele não permitia que os demais pássaros se aproximassem.
Na ocasião, meus netos estavam como nessa primeira foto; a segunda foi tirada no dia do lançamento do livro; e a terceira, é atual.
Lindos e queridos. Que Deus os abençoe!





3819 Comentário(s) | Deixar um comentário


13 de outubro - Dia Mundial do Escritor



jorge-amado


4621 Comentário(s) | Deixar um comentário


MUSEU DO FREVO EM RECIFE - PE

3027 Comentário(s) | Deixar um comentário


Algumas informações sobre a Sinagoga KAHAL ZUR ISRAEL - Recife, PE



A sinagoga foi descoberta em janeiro de 2000, quando um comerciante, ao iniciar a reforma de sua loja de materiais elétricos, descobriu o local que, três séculos antes, fora sagrado para milhares de judeus. Um especialista descobriu que eram vestígios da primeira sinagoga das Américas, erguida em 1636, durante a ocupação holandesa em Pernambuco, c construida  por um rabino europeu, que veio de Amsterdã para isso. Na sinagoga Kahal Zur Israel foram celebrados cultos religiosos até 1654, fato que representou  período de tolerância religiosa, quando católicos e judeus conviviam pacificamente na região. Após a retomada da região por Portugal, os judeus foram obrigados a  aceitar o catolicismo para não deixar a região. Com a descoberta do antigo templo religioso, a reforma da loja de produtos elétricos tomou outra dimensão, sendo hoje um espaço  de preservação da cultura judaica e da sua história  em Pernambuco.

6985 Comentário(s) | Deixar um comentário


Extrapolando o conceito de letramento funcional



Felizmente, prevalece entre professores e escritores a consciência de que o acesso ao mundo da leitura e da escrita inclui não só o domínio da técnica (codificação e decodificação), como do seu uso. Tal postura, extrapolando o conceito de letramento funcional, deixa ver a leitura e escrita como meios de conscientização e de transformação. Além do letramento funcional, trabalha-se para que os alunos desenvolvam sua compreensão do contexto, que se sintam parte do mesmo, percebendo possibilidades de autonomia e de exercício da cidadania. Enfrenta-se assim o principal desafio que está posto para a formação do leitor -  o domínio da linguagem escrita e da leitura compreensiva; processo no qual a leitura literária tem papel preponderante.

Lêda Sellaro

1527 Comentário(s) | Deixar um comentário


O escritor e a mediação da leitura literária

Na minha prática como escritora de textos infanto-juvenis, venho participando de eventos escolares que envolvem a literatura. O mesmo acontece com muitos dos meus colegas. Sempre nos pedem para contar nossas histórias, embora não sejamos todos contadores profissionais. Mesmo quando os professores são leitores e estão próximos das experiências literárias, os organizadores de tais eventos argumentam que, o fato dos escritores acrescentarem a isso o diálogo mais íntimo com os textos literários, sobretudo com os de sua autoria, ajuda a aproximá-los dos leitores.

Também somos chamados a participar de culminâncias de jornadas literárias, quando nossos textos já foram trabalhados na escola. Vamos á Feiras de Livros, nas quais autografamos nossos trabalhos e conversamos com nossos leitores. Participamos ainda de outras atividades de incentivo à leitura e à escrita, que incluem o estímulo à produção literária de alunos. Algumas escolas (a maioria particulares) fazem coletâneas de textos, escritos e ilustrados pelos alunos, e as publicam ao final do ano. Os livros são prefaciados por escritores, que estiveram presentes nesse processo e que também participam das festividades de lançamento dos mesmos

Na mediação do escritor há outros pontos a considerar: por incluir em seu trabalho aspectos referentes ao processo de criação literária e de edição de livros, ele dispõe de mais elementos para envolver seus leitores/ouvintes, quando interessados em questões relativas aos autores, ilustradores, editoras, estilos literários, etc., desde que tenha o cuidado de não sobrepor tais conversas à própria narrativa.

O escritor também  parece mais habilitado a ler o texto como literatura, sem preocupação com os conteúdos nem com atividades pós-leitura (resumo, desenhos, dramatizações, reescrita, outros finais, etc.), atividades que, embora legítimas, não devem prevalecer sobre o texto em si. Outra expectativa  é que  ele possa falar com propriedade da influência de outros autores, de modo a aproximar os leitores de tais referências; fazendo-os perceberem que os autores também são leitores e que a literatura pode se alimentar dela própria.

Concluindo, podemos afirmar que a prática da leitura literária nas escolas e bibliotecas vem contando cada vez mais com a participação de escritores que se mostram bons leitores, bem aproximados de experiências literárias, condição importante nesse processo de formação de novos leitores.

Lêda Sellaro

477 Comentário(s) | Deixar um comentário


A leitura literária e a formação do leitor

Sabendo-se que o acesso ao mundo da leitura e da escrita inclui não só o domínio da técnica (codificação e decodificação), como do seu uso, extrapola-se o conceito de letramento funcional, percebendo-se a leitura e escrita como meios de conscientização e de transformação. Para tanto, é preciso somar esforços para o enfrentamento do principal desafio que está posto para a formação do leitor -  o domínio da linguagem escrita e da leitura compreensiva – processo no qual a leitura literária tem papel preponderante, quando propicia o  gosto pela leitura.

Entende-se a leitura literária como aquela que constitui, principalmente, uma prática cultural de natureza artística; que possibilita ao leitor uma relação prazerosa com o texto lido. Embora em meio a outros objetivos, o prazer de ler é o aspecto mais importante a ser buscado, sempre com liberdade e estímulo à imaginação.  Dessa forma, a linguagem deixa de ser apenas um meio de comunicação, mas de prazer e criação, ensejando questionamentos e proposições de mudanças. Este é um componente essencial da leitura literária, ao lado de outras formas de leitura (científica, filosófica, informativa, etc), com as quais convive, sem perder a especificidade.

Lêda Sellaro

55 Comentário(s) | Deixar um comentário


Por Corisco Design