Lêda Sellaro :: Escritora
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O encontro feliz entre Escrita e Imagem no livro "Confabulando em Cordel" Revista Continente Cultural - CEPE)




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Antes de falar do livro Confabulando em Cordel, ilustrado por Jarbas Domingos, o texto ressalta a importância da criança escutar histórias para o processo de sua formação. Cita a pedagoga e escritora de literatura infantil Fanny Abramovich, quando afirma:"Escutá-las (as histórias) é o início da aprendizagem para ser um leitor; e ser leitor é ter um caminho absolutamente infinito de descoberta e de compreensão do mundo”.

Reforça a  importância da leitura para as crianças, com a posição da crítica literária Marisa Lajolo, quando  diz: “É à literatura, como linguagem e como instituição, que se confiam os diferentes imaginários, as diferentes sensibilidades, valores e comportamentos através dos quais uma sociedade expressa e discute, simbolicamente, seus impasses, seus desejos, suas utopias”.

Afirma que, esse comprometimento com descobertas e uma compreensão ampla do universo, assim como a ideia de suporte disseminador de “diferentes sensibilidades”, estão presentes no conjunto de livros infantis e infantojuvenis lançados este mês pela Cepe Editora.

A lista, composta por A menina da lagoa de cristal,de Claudia Lins; A Vila Formosa, de José Victor; As patuscadas de um livro infantil (…patuscadas?), de Lilian Deise de Andrade Guinski; Plin porompim plof, puft!, de Cecy Fernandes Assis; Alguém viu minha mãe, de André Kondo; Confabulando em cordel, de Lêda Sellaro; A guardi㠖 a chave do tempo, de I.M. Albuquerque; Dias de tempestade, de Ju Couto; e Era uma vez… Estórias de uma contadora de estórias, de Gabriela Kopinits, reúne ideias que abordam desde reflexões existenciais, sociais e pedagógicas até conexões entre os contos atuais com fábulas já conhecidas pelos pequenos.

Destaca o livro Confabulando em cordel, como mais um exemplo da coleção que acertou em cheio nas ilustrações, assinadas por Jarbas Domingos —foca o universo imaginativo, para disseminar reflexões sobre os relacionamentos humanos. E conclui: "Em seu livro, Lêda Sellaro busca o valor terapêutico e catártico da literatura, defendido pela antropóloga francesa Michèle Petit, atributo também comum às demais publicações".

https://www.revistacontinente.com.br/secoes/916-revista/leitura/10792-belo-encontro-entre-imagem-e-mensagem.html


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HISTÓRIAS DAS MINHAS HISTÓRIAS INFANTIS

ORIGEM E PERSONAGENS DO MEU PRIMEIRO LIVRO INFANTIL                                 "BRIGÃO, O BEIJA-FLOR".

O livro teve por inspiração uma experiencia que meus netos, Brunno, Ledinha e Rapha,,tiveram, em Gravatá, ao descobrirem que o bebedouro que haviam pendurado numa planta, só era frequentado por .um beija-flor brigão, muito, maior que os outros. Ele não permitia que os demais pássaros se aproximassem.
Na ocasião, meus netos estavam como nessa primeira foto; a segunda foi tirada no dia do lançamento do livro; e a terceira, é atual.
Lindos e queridos. Que Deus os abençoe!





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13 de outubro - Dia Mundial do Escritor



jorge-amado


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MUSEU DO FREVO EM RECIFE - PE

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Algumas informações sobre a Sinagoga KAHAL ZUR ISRAEL - Recife, PE



A sinagoga foi descoberta em janeiro de 2000, quando um comerciante, ao iniciar a reforma de sua loja de materiais elétricos, descobriu o local que, três séculos antes, fora sagrado para milhares de judeus. Um especialista descobriu que eram vestígios da primeira sinagoga das Américas, erguida em 1636, durante a ocupação holandesa em Pernambuco, c construida  por um rabino europeu, que veio de Amsterdã para isso. Na sinagoga Kahal Zur Israel foram celebrados cultos religiosos até 1654, fato que representou  período de tolerância religiosa, quando católicos e judeus conviviam pacificamente na região. Após a retomada da região por Portugal, os judeus foram obrigados a  aceitar o catolicismo para não deixar a região. Com a descoberta do antigo templo religioso, a reforma da loja de produtos elétricos tomou outra dimensão, sendo hoje um espaço  de preservação da cultura judaica e da sua história  em Pernambuco.

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Extrapolando o conceito de letramento funcional



Felizmente, prevalece entre professores e escritores a consciência de que o acesso ao mundo da leitura e da escrita inclui não só o domínio da técnica (codificação e decodificação), como do seu uso. Tal postura, extrapolando o conceito de letramento funcional, deixa ver a leitura e escrita como meios de conscientização e de transformação. Além do letramento funcional, trabalha-se para que os alunos desenvolvam sua compreensão do contexto, que se sintam parte do mesmo, percebendo possibilidades de autonomia e de exercício da cidadania. Enfrenta-se assim o principal desafio que está posto para a formação do leitor -  o domínio da linguagem escrita e da leitura compreensiva; processo no qual a leitura literária tem papel preponderante.

Lêda Sellaro

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O escritor e a mediação da leitura literária

Na minha prática como escritora de textos infanto-juvenis, venho participando de eventos escolares que envolvem a literatura. O mesmo acontece com muitos dos meus colegas. Sempre nos pedem para contar nossas histórias, embora não sejamos todos contadores profissionais. Mesmo quando os professores são leitores e estão próximos das experiências literárias, os organizadores de tais eventos argumentam que, o fato dos escritores acrescentarem a isso o diálogo mais íntimo com os textos literários, sobretudo com os de sua autoria, ajuda a aproximá-los dos leitores.

Também somos chamados a participar de culminâncias de jornadas literárias, quando nossos textos já foram trabalhados na escola. Vamos á Feiras de Livros, nas quais autografamos nossos trabalhos e conversamos com nossos leitores. Participamos ainda de outras atividades de incentivo à leitura e à escrita, que incluem o estímulo à produção literária de alunos. Algumas escolas (a maioria particulares) fazem coletâneas de textos, escritos e ilustrados pelos alunos, e as publicam ao final do ano. Os livros são prefaciados por escritores, que estiveram presentes nesse processo e que também participam das festividades de lançamento dos mesmos

Na mediação do escritor há outros pontos a considerar: por incluir em seu trabalho aspectos referentes ao processo de criação literária e de edição de livros, ele dispõe de mais elementos para envolver seus leitores/ouvintes, quando interessados em questões relativas aos autores, ilustradores, editoras, estilos literários, etc., desde que tenha o cuidado de não sobrepor tais conversas à própria narrativa.

O escritor também  parece mais habilitado a ler o texto como literatura, sem preocupação com os conteúdos nem com atividades pós-leitura (resumo, desenhos, dramatizações, reescrita, outros finais, etc.), atividades que, embora legítimas, não devem prevalecer sobre o texto em si. Outra expectativa  é que  ele possa falar com propriedade da influência de outros autores, de modo a aproximar os leitores de tais referências; fazendo-os perceberem que os autores também são leitores e que a literatura pode se alimentar dela própria.

Concluindo, podemos afirmar que a prática da leitura literária nas escolas e bibliotecas vem contando cada vez mais com a participação de escritores que se mostram bons leitores, bem aproximados de experiências literárias, condição importante nesse processo de formação de novos leitores.

Lêda Sellaro

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A leitura literária e a formação do leitor

Sabendo-se que o acesso ao mundo da leitura e da escrita inclui não só o domínio da técnica (codificação e decodificação), como do seu uso, extrapola-se o conceito de letramento funcional, percebendo-se a leitura e escrita como meios de conscientização e de transformação. Para tanto, é preciso somar esforços para o enfrentamento do principal desafio que está posto para a formação do leitor -  o domínio da linguagem escrita e da leitura compreensiva – processo no qual a leitura literária tem papel preponderante, quando propicia o  gosto pela leitura.

Entende-se a leitura literária como aquela que constitui, principalmente, uma prática cultural de natureza artística; que possibilita ao leitor uma relação prazerosa com o texto lido. Embora em meio a outros objetivos, o prazer de ler é o aspecto mais importante a ser buscado, sempre com liberdade e estímulo à imaginação.  Dessa forma, a linguagem deixa de ser apenas um meio de comunicação, mas de prazer e criação, ensejando questionamentos e proposições de mudanças. Este é um componente essencial da leitura literária, ao lado de outras formas de leitura (científica, filosófica, informativa, etc), com as quais convive, sem perder a especificidade.

Lêda Sellaro

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DÉCIMO NONO ENCONTRO DE EDUCAÇÃO E DE LITERATURA INFANTOJUVENIL DA FAFIRE


APRESENTAÇÃO


Os Cursos de Letras e de Pedagogia da FAFIRE realizarão, nos dias 11, 12 e 13 de maio de 2016, o 19º Encontro de Literatura Infantojuvenil e o 19º Encontro de Educação, enfocando o tema EU, CIDADÃO DO MUNDO: Práticas Educativas e de Mediação Literária, com o objetivo de discutir propostas de incentivo à leitura e promoção da cidadania.


O evento estará em sintonia com a temática lançada pela Campanha da Fraternidade 2016 – Casa Comum, nossa responsabilidade - tema também adotado pela FAFIRE, no presente ano, sob o lema “Eu, cidadão do mundo”.


A programação contará com diversas atividades em torno do tema, em forma de palestras, minicursos, oficinas, apresentações artístico-culturais, sarau de poesias e socialização de experiências. As palestras serão realizadas no auditório principal, no andar térreo, nos dois primeiros dias do evento. As oficinas, minicursos e relatos de experiência acontecerão nas salas de aula dos Cursos de Letras e de Pedagogia, no 1º andar. O sarau de poesias acontecerá no auditório do 5º andar (Pós). Livros serão expostos nos espaços de circulação da FAFIRE e no hall do auditório térreo.


PROGRAMAÇÃO:


11/05 (Quarta feira)


18h - CREDENCIAMENTO - AUDITÓRIO TÉRREO


19h: Apresentação Cultural:


Animação Cultural (Secretaria de Educação de PE)


19h20: Palavras de boas Vindas da Direção


Mesa Redonda:


MEDIAÇÃO: Nelma Azevedo - FAFIRE



"O escritor e a mediação entre leitores e textos literários".


Lêda Sellaro (Educadora, historiadora e escritora)


Experiências de Mediação Literária:


“Ações Culturais na Biblioteca”


Márcia Maria Rodrigues da Silva (Sesc Santo Amaro)


(Bibliotecas Comunitárias)


12/05 (Quinta feira)


19h: Apresentação Cultural:


DORalice (em processo)


Alexsandro Silva, Arnaldo Rodrigues e Paula de Tássia (Cia. 2 em Cena de Teatro, Circo e Dança)


Mesa Redonda:


MEDIAÇÃO: Liliane Jamir – FAFIRE


“Nas linhas e entrelinhas da cidadania”.


Jussara Koury (Escritora e Jornalista)


Experiências de Práticas Educativas:


INCLUSÃO ESCOLAR: Contribuindo para que cada um desenvolva suas habilidades.


Magda Prado (Pedagoga (UFPE), Especialista em Educação Especial (FAFIRE)


BIBLIOTECA COMUNITÁRIA DO COQUE: mediação da leitura e resgate da cidadania


Maria Betânia do Nascimento Andrade (Pedagoga (FAFIRE), Especialista em Ludicidade (FAFIRE) e Gestora da Biblioteca Comunitária do Coque)


13/05 Sexta Feira


Programação Simultânea.












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Exposição Pernambuco Criativo - SESC Sta Rita





AGRADEÇO AOS ORGANIZADORES A INCLUSÃO DO MEU TRABALHO ENTRE OS DOZE ESCRITORES CONTEMPLADOS NA EXPOSIÇÃO.






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Por Corisco Design