Lêda Sellaro :: Escritora
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EDUCAÇÃO E REFLEXÃO - Lêda Sellaro



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EDUCAR BEM, NÃO É FÁCIL!



A BOA EDUCAÇÃO
Educar bem, não é fácil!
Mas podemos aprender
Com quem tem experiência
E a divide com prazer
Dando dicas valiosas
E bem fáceis de entender.

Vou conversar com vocês
do cordel me utilizando
Pra repassar uns conselhos
que também sigo escutando
E neste espaço do Blog,
aos poucos, compartilhando.

Pai e mãe são referências
Pelos filhos imitados,
Muito mais do que as palavras
Seus exemplos são copiados,
Para o bem ou para o mal,
Promovendo aprendizados.

(continúa}

Lêda Sellaro

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29 de outubro - Dia Nacional do Livro

Origem do Dia Nacional do Livro

O Dia do Livro surgiu em homenagem à fundação da Biblioteca Nacional do Livro, em 1810, pela Coroa Portuguesa. Na época, D. João VI trouxe para o Brasil milhares de peças da Real Biblioteca Portuguesa, formando o princípio da Biblioteca Nacional do Brasil (fundada em 29 de outubro de 1810).

Vale lembrar que o Brasil começou a editar seus próprios livros ainda em 1808, quando D. João VI fundou a Imprensa Régia. O primeiro livro a ser editado foi "Marília de Dirceu", do escritor Tomás Antônio Gonzaga.

Os aficionados por livros ainda celebram anualmente o Dia Internacional do Livro, em 23 de abril, que surgiu na região da Catalunha, na Espanha, em homenagem ao escritor Miguel de Cervantes.

www.calendarr.com
www.calendarr.comFoto de Lêda Rejane Accioly Sellaro.

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O encontro feliz entre Escrita e Imagem no livro "Confabulando em Cordel" Revista Continente Cultural - CEPE)




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Antes de falar do livro Confabulando em Cordel, ilustrado por Jarbas Domingos, o texto ressalta a importância da criança escutar histórias para o processo de sua formação. Cita a pedagoga e escritora de literatura infantil Fanny Abramovich, quando afirma:"Escutá-las (as histórias) é o início da aprendizagem para ser um leitor; e ser leitor é ter um caminho absolutamente infinito de descoberta e de compreensão do mundo”.

Reforça a  importância da leitura para as crianças, com a posição da crítica literária Marisa Lajolo, quando  diz: “É à literatura, como linguagem e como instituição, que se confiam os diferentes imaginários, as diferentes sensibilidades, valores e comportamentos através dos quais uma sociedade expressa e discute, simbolicamente, seus impasses, seus desejos, suas utopias”.

Afirma que, esse comprometimento com descobertas e uma compreensão ampla do universo, assim como a ideia de suporte disseminador de “diferentes sensibilidades”, estão presentes no conjunto de livros infantis e infantojuvenis lançados este mês pela Cepe Editora.

A lista, composta por A menina da lagoa de cristal,de Claudia Lins; A Vila Formosa, de José Victor; As patuscadas de um livro infantil (…patuscadas?), de Lilian Deise de Andrade Guinski; Plin porompim plof, puft!, de Cecy Fernandes Assis; Alguém viu minha mãe, de André Kondo; Confabulando em cordel, de Lêda Sellaro; A guardi㠖 a chave do tempo, de I.M. Albuquerque; Dias de tempestade, de Ju Couto; e Era uma vez… Estórias de uma contadora de estórias, de Gabriela Kopinits, reúne ideias que abordam desde reflexões existenciais, sociais e pedagógicas até conexões entre os contos atuais com fábulas já conhecidas pelos pequenos.

Destaca o livro Confabulando em cordel, como mais um exemplo da coleção que acertou em cheio nas ilustrações, assinadas por Jarbas Domingos —foca o universo imaginativo, para disseminar reflexões sobre os relacionamentos humanos. E conclui: "Em seu livro, Lêda Sellaro busca o valor terapêutico e catártico da literatura, defendido pela antropóloga francesa Michèle Petit, atributo também comum às demais publicações".

https://www.revistacontinente.com.br/secoes/916-revista/leitura/10792-belo-encontro-entre-imagem-e-mensagem.html


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HISTÓRIAS DAS MINHAS HISTÓRIAS INFANTIS